sábado, 3 de setembro de 2011

Comece o feriado de 7 de setembro com os ouvidos no rádio



Neste feriado de 7 de setembro, irei participar do Programa Tupi Serviços ao vivo na Rádio Tupi AM.


Será das 08h às 09h.


Conto com a sua audiência!



Quarta-feira, dia 07/09
Radio Tupi AM - sintonia 1150
O programa também será transmitido ao vivo pela internet aqui.




sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Miando na árvore errada

Comentário sobre o artigo abaixo:

Estão os engenheiros com adequado discernimento tomando atitudes em favor de seus interesses? Nas eleições do CREA-SP os engenheiros estão avaliando corretamente os candidatos, para fazer a escolha que melhor consulta seus interesses?


Você já leu os currículos dos candidatos ? 

Acesse aqui e repasse para seus amigos.

Opinião

Miando na árvore errada
* LUÍS EDUARDO ASSIS

    Depois de tórrida paixão e juras de amor eterno, parece que a fascinação dos analistas internacionais pela economia brasileira arrefece. Aqui e ali, lentamente, surgem comentários que levantam dúvidas sobre a consistência do crescimento que temos festejado. O argumento mais recente é tão dramático quanto equivocado. Há cassandras que defendem a ideia de que a economia brasileira está se aproximando de um colapso provocado pelo esgotamento de um ciclo de crédito. Com a alta das taxas de juros, elevou-se o comprometimento com o serviço da dívida, que teria alcançado 28% da renda, ante 16% nos EUA. A inadimplência cresce e os bancos reduzem os empréstimos,o que só faz agravar o quadro. Como normalmente o crédito deteriora apenas depois da queda da renda e do emprego, essa antecipação indicaria um problema estrutural de grandes proporções.
   Ora, é fato que a inadimplência tem crescido,no rastro das medidas anti-inflacionárias tomadas pelo próprio Banco Central. Mas há vários elementos que desautorizam a previsão de que estamos no limiar de uma ruptura. Em primeiro lugar, o sistema bancário brasileiro sempre foi estritamente normatizado pelo Banco Central, que não em barcou na ideia da desregulamentação.
     O mercado de produtos derivativos, por aqui, continua incipiente e na sua quase totalidade os empréstimos permanecem nos livros dos bancos originadores até o término de seus respectivos prazos. Isso induz os emprestadores a uma análise mais rigorosa dos riscos de crédito, já que a relação é duradoura. Também os empréstimos imobiliários representam entre nós uma pequena
fração do crédito total (4%).
     O núcleo da crise financeira que ainda assola os países ricos foi o mercado imobiliário, justamente porque a concessão indiscriminada de crédito – que era repassado adiante numerosas vezes mediante a utilização de engenhosos derivativos–gerava a demanda necessária para a valorização dos próprios ativos que garantiam esses empréstimos. Disso resultou um círculo vicioso que estimulava novas concessões de empréstimos nas quais pouco se analisava a capacidade de pagamento do mutuário, já que a valorização da garantia tornava o negócio interessante. Não temos nada disso aqui.
   Nossos problemas são outros. Nada indica que aqui teremos uma súbita parada no crescimento por conta da necessidade de digerir dívidas do passado. A inadimplência, ainda que alta, está sob total controle, os bancos são sólidos e rentáveis e a economia caminha para um pouso suave. Claro, o Brasil não é uma nova China. Embriagamo-nos como crescimento de 7,5% no ano passado, o maior desde 1986, enquanto há exatos 20 anos consecutivos a China cresce acima desse nível. Mas também não estamos encalacrados com dívidas que esclerosam os dutos econômicos e impedem o crescimento.
      Em que pese o aumento do crédito, o total da dívida como proporção da renda líquida das famílias está em 42%, muito baixo do mesmo indicador para o Reino Unido (171%), EUA (104%), Alemanha (99%) ou Itália (88%). O total de crédito como proporção do PIB estabilizou-se, depois de forte crescimento, em 46%-47% do PIB, com apenas 37% deste montante dirigido para consumidores pessoas físicas.
   O cálculo do comprometimento da renda é de metodologia frágil e impede qualquer conclusão. Não há risco de estouro da bolha de crédito pela boa razão de que ela não existe. O gato subiu em outra árvore. Melhor seria nos preocuparmos com os juros altos; com a apreciação exagerada do real, que pode reverter e assustar os incautos quando o quadro internacional não for tão favorável para nós; coma enorme carga tributária que recicla recursos por meio do governo e transforma dinheiro bom em dinheiro ruim; e, principalmente, com a incapacidade de reduzir o crescimento dos gastos públicos, o que ameaça a inflação. Nossa agenda está cheia de problemas. Não precisamos nos importar com falsas questões.

* ECONOMISTA. FOI DIRETOR DE POLÍTICA MONETÁRIA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL E PROFESSOR DA PUC-SP E FGV-SP / E-MAIL: LUISEDUARDOASSIS@GMAIL.COM

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, 06 de Agosto de 2011, B2.

sábado, 20 de agosto de 2011

Os problemas e soluções da engenharia e construções das grandes metrópoles

Amigos,


Nesta segunda-feira, estarei participando de um debate ao vivo na rádio Tupi AM para discutir os problemas e soluções da engenharia e construções das grandes metrópoles.


Estarão participando do debate comigo:


- Vladimir Alves de Souza, jornalista
- Deputado Paulo Maluf, Engenheiro Civil Industrial
- Carlos Alberto Laurito, gerente do setor de Relações Institucionais do SINICESP – Sindicato da Industria da Construção Pesada do Estado de São Paulo

Conto com a audiência de vocês!

Segunda, dia 22/08
Das 8h às 9h.
Radio Tupi AM - sintonia 1150



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Engenharia com planejamento


"Brasil está sendo visto com olhos benevolentes dos que estão mergulhados no rescaldo da crise financeira de 2008. Aquela crise de natureza estritamente financeira, pois de negócios financeiros, foi a crise dos ricos. No Brasil, meia dúzia de ricos foram afetados..."


Este é o início do artigo publicado por Jomázio Avelar no site AECweb, o Portal da Arquitetura, Engenharia e Construção.


Para ler o artigo completo direto no portal AECweb, clique aqui.





terça-feira, 16 de agosto de 2011

Veja a entrevista apresentada ao vivo na internet sobre o Recriar o CREA SP

Confira no canal do Jomázio do Youtube, a entrevista apresentada ao vivo na internet sobre o Recriar o CREA SP.


Você vai conhecer mais sobre o Movimento  e tomar conhecimento sobre os principais problemas e desafios que os profissionais de engenharia, arquitetura e agronomia enfrentam hoje no país.


A entrevista foi dividida em 3 partes. Vale a pena ver!




Recriar o CREA SP na Demais TV - Parte 1


Recriar o CREA SP na Demais TV - Parte 2


Recriar o CREA SP na Demais TV - Parte 3



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Confraternização do movimento Recriar o CREA-SP


É amanhã, participem da primeira confraternização do movimento Recriar o CREA-SP, sábado, às 12h30

Restaurante Boi na Brasa

Rua Marquês de Itu, 188 – Vila Buarque
(próximo ao Metrô República)

Escolha do local de votação para as eleições do CREA SP 2011

Amigo,


Você sabia que é possível escolher o local de votação mais conveniente para votar nas eleições do CREA SP 2011?


A escolha do local de preferência vai até domingo, dia 14 de agosto.


Escolha aqui.


Saiba mais no blog do Movimento Recriar o CREA SP.




Conto com você!